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Feira da Fraternidade traz cultura e sabores do mundo

Se conhece a cultura de um povo através da sua culinária. A Feira da Fraternidade, realizada pela Paróquia Nossa Senhora da Vitória é uma oportunidade de conhecer a cultura de vários povos, sem sair de Salvador.

Charutinhos de repolho, Tahine, Tabule e pães Árabes.
Por: Miguel Brusell
Fotos: Gabriela Simões

A 35ª Feira da Fraternidade, uma obra de misericórdia da Paróquia Nossa Senhora da Vitória da Arquidiocese de São Salvador da Bahia, foi realizada entre os dias 3 e 6 de novembro no Barracão da Graça. O seu objetivo é de captar recurso para que a Igreja possa realizar as suas ações sociais junto à comunidade que conta com o seu apoio.

Além de divertida, já que a Feira conta com a apresentação de vários artistas em seu palco, é uma delícia de visitar. É uma oportunidade de conhecer e experimentar a culinária de vários países do mundo, como a França, Itália, Estados Unidos e Alemanha, entre outros, e também de alguns estados do Brasil, como a própria Bahia e Rio Grande do Sul, entre outros.

A tradição começou a mais de 35 anos quando a Bahia tinha bem mais colônias de imigrantes e hoje continua, em sua grande maioria, com jovens baianos, de grupos da Igreja, assumindo algumas barracas que não contam mais com representantes nativos de cada um dos países. Mesmo sem representantes dos países, os jovens se esforçam para manter a tradição.

Gabriel Galo.
É o caso de Gabriel Galo, de descendência italiana, que há quatro anos é um dos coordenadores da barraca que vende comida Árabe. "Começamos a planejar esta barraca em dezembro do ano passado. Nós fazemos parte de um grupo de jovens da Igreja, fazemos o planejamento e executamos", revela. "Tudo isso é feito com muito amor. A gente está aqui por algo muito maior. Os reflexos que esta Feira traz, talvez, a gente não possa nem mensurar. Seja no atendimento de caridade do serviço social da Igreja, seja no atendimento que é feito, para mais de 300 jovens, na creche e na escolinha. Tudo isto é por eles", revela Gabriel.

O chef Mário Americano.
Para o Comida da Bahia, a Barraca Árabe ofereceu o tradicional Kibe e um prato com cinco Charutinhos de repolho com carne moída, Tahine, Tabule e pães Árabes a Esfiha no sabores de carne, calabresa, frango, lombinho com ricota, queijo minas com ricota e espinafre. Para a sobremesa a barraca disponibilizou a Belewa e o Mahmu e para beber uma Limonada Rosa com limão Siciliano e Morango, que não é Árabe, mas é refrescante e combina bem com as comidas.

Na barraca da Itália, o Comida da Bahia degustou um Nhoque de Parma, feito com manteiga trufada, vinho branco e sálvia, receita do Chef Alessandro Narduzi, do Restaurante La Lupa, preparado pelo chef Mário Americano. "Nosso trabalho está voltado para dar todo apoio, como católico que somos, à Igreja da Vitória e outras paróquias que participamos, apesar de toda esta crise por que estamos passando", explica Americano.




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