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Alunos da Ruy Barbosa desvendam segredos da Caipirinha

Limão, gelo, açúcar e cachaça. Estes são os ingredientes de um símbolo nacional, mas só saber qual são os ingredientes não é garantia de que se vai fazer uma boa Caipirinha.
                  Imagens: Gabriella Simões


Reportagem: Miguel Brusell


Limão, gelo, açúcar e cachaça. Estes são os ingredientes de um símbolo nacional, a Caipirinha que, atualmente, ocupa a terceira colocação entre os drinques mais pedidos no mudo. Mas só saber qual são os ingredientes não é garantia de que se vai fazer uma boa Caipirinha.


Para desvendar os segredos deste símbolo nacional e de outras bebidas tendo a Cachaça como base, os alunos da disciplina Tecnologias em Alimentos e Bebidas - Sala e Bar, ministrada pelo professor Mario Rui Fernandes, no Curso de Formação Tecnológica em Gastronomia da Faculdade Ruy Barbosa realizaram o “Dia da Cachaça”.

Em uma ação interna do curso, eles trocaram experiência com a premiada bartender profissional, Maria Bento e o Chef Elmo Soares, professor do Senac do Pelourinho, sobre um item regional de matriz puramente brasileira, a Aguardente de Cana ou Cachaça. A ação ocorreu no dia 6 de junho em dois horários, pela manhã e à noite.


Além do contato com os profissionais, os alunos fizeram a elaboração e distribuição degustativa de diversos coquetails clássicos e mocktails (sem álcool) aos passantes.

História da Cachaça

O primeiro segredo desvendado foi a história da Cachaça. Os alunos Artur Leite e Amaury Leal contaram que o processo de destilação, ou seja, o processo de se extrair álcool de vegetais foi desenvolvido pelos Árabes, há cerca de seis séculos antes de Cristo.


Que, exitem registro de que, os Portugueses já faziam Aguardente de Cana antes do Brasil ser descoberto. A fabricação de Cachaça ganhou impulso na época da escravidão, quando a bebida era oferecida aos escravos como energético, antes da jornada de trabalho.


Na história do Brasil Colônia, a bebida ganhou importância e chegou a ser usada como moeda. Na cultura nacional, começou a ganhar importância a partir do movimento nacionalista da semana de 1922, junto coma a feijoada que, até então, era considerada comida da senzala.

Contou também que a Caipirinha entrou no Cardápio internacional de Bebidas outubro de 1993, graças ao esforço solitário do Bartender, Derivan de Souza, considerado o padrinho do drink que caracteriza o país. Atualmente, a Caipirinha é o terceiro drink mais pedido em todo o mundo.

Como fazer a Caipirinha

Os segredos para se fazer a Caipirinha foram desvendados, exatamente, pelo padrinho da bebida, Derivan de Souza que deu uma aula virtual, através de um vídeo postado no You Tube.


Segundo Derivan, o sucesso da Caipirinha começa na escolha do copo, que é padronizado. Tem que ser curto e afunilado. Continua na escolha do limão que tem que ser o da espécie Taiti. Depois de eliminar as pontas e o bagaço central, onde se concentra a acidez, corta-se os cubos.

Um detalhe importante é colocar os cubos de limão no copo com a polpa para cima e a casca para baixo. Em seguida coloca-se duas colheres de açúcar em cima dos limões e pressiona-se levemente as polpas, com cuidado, para não amaçar a casca e deixar a bebida muito ácida.


Ao final da aula, o professor agradeceu aos parceiros que permitiram a realização do “Dia da Cachaça”, Miguel Bittencourt, do Astro Café; Anderson Pinto e Fernando Santos, da Casa Café; Senhora Vera Penteado, da Distillerie Stock do Brasil e a Faculdade Ruy Barbosa.

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