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Comida boa, limpa e justa

O Comida da Bahia foi na Faculdade Unijorge no dia 26 de maio, acompanhar a palestra Slow Food – Gastronomia Consciente, um movimento que vem ganhando adeptos e simpatizantes com muita velocidade no mundo todo.
.                     Imagens: Gabriella Simões



Reportagem: Miguel Brusell

O Comida da Bahia foi na Faculdade Unijorge, acompanhar a palestra Slow Food – Gastronomia Consciente, um movimento de reação ao fast food, que surgiu na Itália e vem ganhando adeptos e simpatizantes com muita velocidade. A iniciativa foi dos monitores do curso e faz parte da programação docente da Faculdade.

Uma das organizadoras da palestra, a coordenadora do curso de Gastronomia, Janaína Leal falou sobre o movimento, antes do início. “O movimento Slow Food não é apenas uma tendência alimentar por produtos naturais. Está ligado a agricultura sustentável, familiar e a produtos confeccionados artesanalmente, com caráter regional”, explica.

A primeira palestrante da noite foi a Chefe de Cozinha Tereza Paim, do Restaurante Terreiro da Bahia, da Praia do Forte, que confessou que não é adepta do Slow Food, mas sempre cozinhou valorizando o produto natural da região. Numa palestra divertida, Tereza alertou para o perigo da padronização exagerada e das criações esdrúxulas, como uma Muqueca com Mussarela.


O segundo palestrante da noite foi o Chef de Cozinha Marcos Pereira, do restaurante do Hotel Villa Bahia, localizado no Pelourinho. Cozinheiro há 16 anos, Marcos se especializou em massas, doces, molhos e salgados. Trabalhou em diversos restaurantes no Rio de Janeiro, onde iniciou a carreira, até que veio a Salvador trazido há cerca de oito anos.


Especializou-se em culinária francesa executando receitas, modo com o qual aprendeu, realmente, a técnica de cozinhar. Na cozinha do Hotel, seu trabalho ganhou destaque por desenvolver uma gastronomia saudável, utilizando produtos em que os fornecedores tenham como filosofia a sustentabilidade.

Objetivo do Slow Food é promover comida boa, limpa e justa

A terceira e última palestrante da noite foi a senhora Fernanda Cabrini, responsável pela criação do “Convívio” Slow Food em Salvador. O Slow Food foi criado, como movimento, pelo jornalista italiano Carlo Petrini, em 1986, como resposta aos efeitos padronizantes do fast food. Em 1989 tornou-se uma associação internacional, sem fins lucrativos.

Atualmente conta com mais de 100 mil membros, tem escritórios na Itália, Alemanha, Suíça, Estados Unidos, França, Japão, Reino Unido e apoiadores em 132 países. O objetivo do Slow Food é aproximar os produtores dos alimentos dos preparadores e, consequentemente, dos consumidores para promover a comida boa, limpa e justa.

O Slow Food segue o conceito da ecogastronomia, conjugando o prazer e a alimentação com a consciência e responsabilidade, reconhecendo as fortes conexões entre o prato e o planeta. O princípio do movimento é o direito ao prazer da alimentação, utilizando produtos artesanais de qualidade, produzidos respeitando o meio ambiente e os produtores.

O Slow Food opõe-se à tendência de padronização do alimento no Mundo, e defende a necessidade de que os consumidores estejam bem informados, se tornando co-produtores. As atividades do Slow Food visam defender a biodiversidade na cadeia alimentar, difundir a educação do gosto e aproximar os produtores de consumidores de alimentos através de eventos.
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